Parafraseando Nietzsche, "tudo aquilo que é feito de forma limítrofe, é feito para além da loucura e da razão".
Bem-vindo. Welcome. Salve!
Aqui você vai encontrar um pouco de tudo, inclusive alguma mistura de português, latim, inglês, francês, não necessariamente nesta ordem, mas predominando sempre a língua portuguesa, procurando seguir o Novo Acordo Ortográfico. Confesso que neste último quesito terei algumas dificuldades, principalmente referentes à hifenização, que é algo que nem os linguistas chegaram a um consenso definitivo ainda. No mais, meu modo de pensar pode parecer não muito convencional, mesmo porque possuo um espectro da psiquê bipolar e borderline, embora pessoalmente eu não goste destes rótulos. Na seção "links interessantes" pode encontrar algo sobre isso, se estiver interessado(a).
Desarme-se de todo preconceito, elimine os julgamentos equivocados a priori e deixe as conclusões a posteriori. ;-)
terça-feira, 8 de dezembro de 2009
Nossa... estava pensando se alguém lê meu blog. Mas de qualquer forma acho interessante postar aqui, nem que eu seja o único leitor. Bom, fui entrar no MSN agora e não vi ninguém a fim de papo, então pensei em escrever por aqui. Talvez eu escreva sobre o suicídio. Já escrevi antes algo, bem breve, sobre o tema.
terça-feira, 1 de setembro de 2009
Mini reflexão sobre a crueza do gênero (des)humano e a "normalidade psicótica coletiva".
Que o mundo é um lugar insano em sua essência nunca foi novidade para mim. Quando digo mundo, me refiro à sociedade (des)humana. Mas a situação se torna bem pior quando pessoas próximas me ferem, me magoam. E muito pior quando a tais pessoas eu não lembro de ter feito algo semelhante, pelo menos não de forma proposital. Isso me tira completamente do meu já sensível equilíbrio. Meu estado psíquico neste momento não é nem neurótico nem psicótico. Digamos que seja um estado fronteiriço. Não é também uma distorção da realidade, mas uma capacidade de enxergar a realidade totalmente nua, enxergar o que há de pior nela, a hipocrisia humana e seu desespero recôndito de tentar achar que vive numa realidade social onde a maioria é normal, ou seja, achar que a maioria das pessoas possui empatia pelas outras (neste ponto me dá vontade de rir, debochando da cara desses cegos desprovidos de senso-crítico).
O mundo na verdade é hostil, e a sociedade humana consegue ser mais hostil ainda. Iludem-se muito aqueles que pensam que a sociedade é algo belo, que as pessoas são empáticas umas com as outras. Mas isso pode ser explicado até mesmo pelo senso-comum: ora, se todos (ou quase todos) não sofressem dessa psicose coletiva, pelo bom-senso seria melhor a humanidade se auto-exterminar, que aliás já é coisa que a humanidade tem feito ao longo dos milênios, apesar da crescente explosão demográfica. Acontece que essa explosão é por tempo determinado, obviamente. Assim como um vírus se prolifera exponencialmente em algum organismo do qual é parasita e depois que o organismo morre o vírus morre junto com ele, assim é a humanidade. Quando o mundo se colapsar devido ao "surto do vírus humano", este irá se auto-extinguir.
Adentrando um pouco agora no conceito de normalidade, mesmo porque tem tudo a ver com o referido acima, para ser normal a pessoa precisa aceitar essa psicose como parte de sua vida, ou seja, viver em outra realidade, mesmo com todos os noticiários, história, antropologia e principalmente a vivência diária demonstrando que o ser humano é bestial ou pelo menos extremamente egoísta e egocêntrico, quando no mínimo; então, mesmo apesar disso tudo a pessoa precisa literalmente pensar que vive numa realidade fantasiosa, que seria um estado psicótico às avessas. Isso é fato! Se você trabalha 44 horas por semana, para ganhar um valor exorbitantamente desproporcional ao que você produz, precisa financiar durante 60 meses para ter um veículo, 30 anos para ter uma residência, acha perfeitamente aceitável que a maioria não possua o mesmo que poucos possuem, não vê nenhum problema em o meio-ambiente se acabar devido à exasperada ganância humana, enfim, uma infinidade de coisas que poderia ser citada aqui. Se você acha tudo isso aceitável, normal, então você sinceramente vive numa psicose. A boa notícia é que você não está sozinho. Esta é uma psicose coletiva. E os que não sofrem dessa psicose, alguns destes estão em hospícios, ou entupidos de medicamentos, ou até mesmo alguns estão presos, todos esses encarcerados pelo sistema que não os comporta. Tem um outro grupo, o dos que se matam. Sim, os que cometem suicídio. É importante salientar que nem todos os que suicidam o fazem por não sofrerem dessa psicose. Pelo contrário, somente alguns desses suicidas é que não sofrem dessa psicose, pois eventualmente essa psicose leva a pessoa a um quadro tão desesperador, devido aos seus intrínsecos conflitos, que ao invés da pessoa conseguir se ver livre, ela se afunda na psicose coletiva humana, exterminando sua própria vida, porque, talvez, a cisão do "eu social" e o conflito de valores(?), englobando toda a simbologia social, entre uma breve faísca do vislumbre do terror humano como ele é de fato, inevitavelmente leva a pessoa que vive nessa realidade fantasiosa a um momento de desespero imensurável.
O mundo na verdade é hostil, e a sociedade humana consegue ser mais hostil ainda. Iludem-se muito aqueles que pensam que a sociedade é algo belo, que as pessoas são empáticas umas com as outras. Mas isso pode ser explicado até mesmo pelo senso-comum: ora, se todos (ou quase todos) não sofressem dessa psicose coletiva, pelo bom-senso seria melhor a humanidade se auto-exterminar, que aliás já é coisa que a humanidade tem feito ao longo dos milênios, apesar da crescente explosão demográfica. Acontece que essa explosão é por tempo determinado, obviamente. Assim como um vírus se prolifera exponencialmente em algum organismo do qual é parasita e depois que o organismo morre o vírus morre junto com ele, assim é a humanidade. Quando o mundo se colapsar devido ao "surto do vírus humano", este irá se auto-extinguir.
Adentrando um pouco agora no conceito de normalidade, mesmo porque tem tudo a ver com o referido acima, para ser normal a pessoa precisa aceitar essa psicose como parte de sua vida, ou seja, viver em outra realidade, mesmo com todos os noticiários, história, antropologia e principalmente a vivência diária demonstrando que o ser humano é bestial ou pelo menos extremamente egoísta e egocêntrico, quando no mínimo; então, mesmo apesar disso tudo a pessoa precisa literalmente pensar que vive numa realidade fantasiosa, que seria um estado psicótico às avessas. Isso é fato! Se você trabalha 44 horas por semana, para ganhar um valor exorbitantamente desproporcional ao que você produz, precisa financiar durante 60 meses para ter um veículo, 30 anos para ter uma residência, acha perfeitamente aceitável que a maioria não possua o mesmo que poucos possuem, não vê nenhum problema em o meio-ambiente se acabar devido à exasperada ganância humana, enfim, uma infinidade de coisas que poderia ser citada aqui. Se você acha tudo isso aceitável, normal, então você sinceramente vive numa psicose. A boa notícia é que você não está sozinho. Esta é uma psicose coletiva. E os que não sofrem dessa psicose, alguns destes estão em hospícios, ou entupidos de medicamentos, ou até mesmo alguns estão presos, todos esses encarcerados pelo sistema que não os comporta. Tem um outro grupo, o dos que se matam. Sim, os que cometem suicídio. É importante salientar que nem todos os que suicidam o fazem por não sofrerem dessa psicose. Pelo contrário, somente alguns desses suicidas é que não sofrem dessa psicose, pois eventualmente essa psicose leva a pessoa a um quadro tão desesperador, devido aos seus intrínsecos conflitos, que ao invés da pessoa conseguir se ver livre, ela se afunda na psicose coletiva humana, exterminando sua própria vida, porque, talvez, a cisão do "eu social" e o conflito de valores(?), englobando toda a simbologia social, entre uma breve faísca do vislumbre do terror humano como ele é de fato, inevitavelmente leva a pessoa que vive nessa realidade fantasiosa a um momento de desespero imensurável.
Marcae:
crueldade,
desumanidade,
desumano,
psicose,
suicídio
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
fim da dúvida!
domingo, 26 de julho de 2009
dúvida



Sem nada mais interessante para escrever. Falta de inspiração ou preguiça de pensar em algo mesmo. Estou vendendo meu carro, um Tempra. Bom, isso não é uma propaganda. Estou em dúvida, na verdade com muita impulsividade em querer um outro carro logo, se possível ontem!! Então, nessa impulsividade fico na impaciência de esperar vendê-lo para comprar outro e acabo me "interessando" por qualquer coisa que oferecem. Estou na dúvida entre um Chevette e um Uno. Eu receberia um troco de volta ou teria que voltar um troco na troca, respectivamente. C'est le fin.
domingo, 12 de abril de 2009
poema interessante
Achei este poema muito interessante. Quero compartilhar com os (poucos) leitores do meu blog:
A voz do povo
é a voz de Deus...
Que povo?
Que Deus?
O que beijou Stálin?
O que delirou com Hitler?
Ou o que soltou Barrabás?
(Será que Deus já não teria se
enforcado em suas próprias cordas vocais?)
Newton de Lucca
A voz do povo
é a voz de Deus...
Que povo?
Que Deus?
O que beijou Stálin?
O que delirou com Hitler?
Ou o que soltou Barrabás?
(Será que Deus já não teria se
enforcado em suas próprias cordas vocais?)
Newton de Lucca
sábado, 4 de abril de 2009
O problema do "livre-arbítrio"
Após ler um blog de uma agnóstica, tive uma reflexão sobre o "livre-arbítrio", que geralmente é a desculpa que os cristãos, entre outros religiosos, dão para justificar a imensa maldade que há no mundo e, também, inocentar o "conceito-deus" em que eles acreditam.
É muito simples. Imagine que você tenha muito muito poder; imagine agora que por acaso você presencie uma forte cena - um pedófilo estuprando uma garotinha e que posteriormente o pedófilo irá matá-la, por exemplo. Você tem poder suficiente para impedir isso (lembre-se: você é muito poderoso), mas ao invés de impedir você pensa: "este pedófilo estuprador tem o livre-arbítrio, então não vou impedi-lo de estuprar e matar a garotinha." Agora imagine que ao invés de você seja Deus presenciando a cena. Se formos agir como Deus (pelo menos "deus" no conceito cristão) não devemos interferir em nenhum crime, atrocidade, maldade... absolutamente nada, pois existe o "livre-arbítrio". Ora, se nem esse Deus que é alegadamente todo-poderoso interfere nas atrocidades humanas, porque iríamos fazê-lo?
Reflita. ;-)
É muito simples. Imagine que você tenha muito muito poder; imagine agora que por acaso você presencie uma forte cena - um pedófilo estuprando uma garotinha e que posteriormente o pedófilo irá matá-la, por exemplo. Você tem poder suficiente para impedir isso (lembre-se: você é muito poderoso), mas ao invés de impedir você pensa: "este pedófilo estuprador tem o livre-arbítrio, então não vou impedi-lo de estuprar e matar a garotinha." Agora imagine que ao invés de você seja Deus presenciando a cena. Se formos agir como Deus (pelo menos "deus" no conceito cristão) não devemos interferir em nenhum crime, atrocidade, maldade... absolutamente nada, pois existe o "livre-arbítrio". Ora, se nem esse Deus que é alegadamente todo-poderoso interfere nas atrocidades humanas, porque iríamos fazê-lo?
Reflita. ;-)
Marcae:
agnosticismo,
ateísmo,
Deus,
livre-arbítrio,
livre-pensamento
domingo, 22 de março de 2009
On Time
Fly, envious Time, till thou run out thy race,
Call on the lazy leaden-stepping hours,
Whose speed is but the heavy plummet's pace;
And glut thyself with what thy womb devours,
Which is no more than what is false and vain,
And merely mortal dross;
So little is our loss,
So little is thy gain.
For when as each thing bad thou hast inteombed,
And last of all thy greedy self consumed,
Then long Eternity shall greet our bliss
With an individual kiss,
And Joy shall overtake us as a flood;
When every thing that is sincerely good
And perfectly divine,
With truth, and peace, and love, shall ever shine
About the supreme throne Of Him, t'whose happy-making sight alone
When once our heav'nly-guided soul shall climb,
Then, all this earthly grossness quit,
Attired with stars, we shall for ever sit,
Triumphing over Death, and Chance, and thee, O Time.
Voa, tempo invejoso, até tu saires de tua corrida,
Apela para as preguiçosas horas que caminham pesadamente,
Cuja velocidade é apenas o ritmo de um pesado lastro;
E farta-te a ti mesmo com o que o ventre devora,
O qual não é mais do que é falso ou vão,
E meramente escória mortal;
Tão pouca é nossa perda,
Tão pouco é teu ganho.
Para quando tal como que cada coisa ruim tu tiveste sepultado,
E por último tu ganancioso e auto-consumido,
Então a longa Eternidade deve saudar nosso êxtase
Com um beijo individual,
E a Alegria deve nos apossar como uma enchente;
Quando cada coisa que é sinceramente boa
E perfeitamente divina,
Com verdade, e paz, e amor, deverá sempre brilhar
Próximo do supremo trono Dele, até cuja solitária visão que gera alegria
Quando uma vez nossa alma guiada paradisiacamente deve subir,
Então, toda esta vulgaridade terrestre se esvai,
Vestidos com estrelas, nós devemos para sempre sentar,
Triunfando sobre a Morte, e a Sorte, e sobre ti, Ó Tempo.
John Milton (17th century)
Call on the lazy leaden-stepping hours,
Whose speed is but the heavy plummet's pace;
And glut thyself with what thy womb devours,
Which is no more than what is false and vain,
And merely mortal dross;
So little is our loss,
So little is thy gain.
For when as each thing bad thou hast inteombed,
And last of all thy greedy self consumed,
Then long Eternity shall greet our bliss
With an individual kiss,
And Joy shall overtake us as a flood;
When every thing that is sincerely good
And perfectly divine,
With truth, and peace, and love, shall ever shine
About the supreme throne Of Him, t'whose happy-making sight alone
When once our heav'nly-guided soul shall climb,
Then, all this earthly grossness quit,
Attired with stars, we shall for ever sit,
Triumphing over Death, and Chance, and thee, O Time.
Voa, tempo invejoso, até tu saires de tua corrida,
Apela para as preguiçosas horas que caminham pesadamente,
Cuja velocidade é apenas o ritmo de um pesado lastro;
E farta-te a ti mesmo com o que o ventre devora,
O qual não é mais do que é falso ou vão,
E meramente escória mortal;
Tão pouca é nossa perda,
Tão pouco é teu ganho.
Para quando tal como que cada coisa ruim tu tiveste sepultado,
E por último tu ganancioso e auto-consumido,
Então a longa Eternidade deve saudar nosso êxtase
Com um beijo individual,
E a Alegria deve nos apossar como uma enchente;
Quando cada coisa que é sinceramente boa
E perfeitamente divina,
Com verdade, e paz, e amor, deverá sempre brilhar
Próximo do supremo trono Dele, até cuja solitária visão que gera alegria
Quando uma vez nossa alma guiada paradisiacamente deve subir,
Então, toda esta vulgaridade terrestre se esvai,
Vestidos com estrelas, nós devemos para sempre sentar,
Triunfando sobre a Morte, e a Sorte, e sobre ti, Ó Tempo.
John Milton (17th century)
Marcae:
John Milton,
On Time,
poem,
portuguese translation,
Silent Hunter 4
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009
Seroquel
Dizem que não vicia, ou seja, que não cria dependência, mas hoje parece que senti uma dependência psicológica dele. Ele me deixa um pouco "lesado", como se estivesse drogado (bom, na verdade estou, no sentido "técnico" da palavra... hehe), o que para mim é uma sensação boa. Sei que muita gente, até por desconhecimento, se assustaria com o fato de ter que tomar um antipsicótico, mas infelizmente ou felizmente isso faz parte da vida de algumas pessoas. Estando "drogado" dessa forma geralmente não vou fazer coisas destrutivas, ao contrário de quando se está drogado, verdadeiramente agora, com drogas ilícitas (álcool, maconha, cocaína, crack etc).
sábado, 13 de dezembro de 2008
discussão
Tive uma discussão com um evangélico. Totalmente improdutiva. Ah, se fosse possível voltar no tempo. Teria sido muito melhor ter jogado algum jogo no PC.
terça-feira, 18 de novembro de 2008
pentelho
Eu confesso que tem um gay pentelho (nada contra, mas sou hetero) que ficou obcecado por mim no MSN e em alguns chats. Seu comportamento de dupla personalidade me fez mal (um dia estava muito gentil, antes de se revelar homossexual de uma forma sutil, e no outro dia extremamente rude). Além disso ele se comportou pior que uma ex-namorada que tive, que não se conformava com o término do namoro (ai, que inferno! Parecia mesmo uma ex-namorada minha encarnada em forma de homem!). Mas ele é apenas é um semi-desconhecido que se sentiu ofendido por eu não tê-lo mimado. Contudo depois eu entendi tudo. Ele deve ter pensado que eu também era gay, não sei por qual motivo, e se decepcionou comigo quando viu que eu não sou, e aí ficou rude e agressivo no outro dia.
Mas por uma das últimas mensagens dele, que ele postou numa comunidade do Orkut, pelo tanto de "fod...." que ele disse imagino que agora ele encontrou alguém que esteja suprindo sua carência sexual/afetiva.
Que alívio deve ter sido para ele! Fico realmente feliz por ele ter "se encontrado" e ter me deixado em paz. :-D
Mas por uma das últimas mensagens dele, que ele postou numa comunidade do Orkut, pelo tanto de "fod...." que ele disse imagino que agora ele encontrou alguém que esteja suprindo sua carência sexual/afetiva.
Que alívio deve ter sido para ele! Fico realmente feliz por ele ter "se encontrado" e ter me deixado em paz. :-D
terça-feira, 24 de junho de 2008
me sentindo bem
Zyprexa é um antipsicótico que tomo já há alguns meses. Ontem fiquei sem tomar para começar a tomar um outro antipsicótico (Seroquel) e hoje estou me sentindo muito bem! Isso é novidade para mim desde o ano passado, quando passei os melhores (ou menos piores) momentos desde que aflorou em mim o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB). Estou conseguindo direcionar meus pensamentos de maneira mais positiva e produtiva ao invés de ficar me corroendo na armagura e desânimo absolutos. É uma sensação muito boa realmente!
quarta-feira, 18 de junho de 2008
De volta (e novamente)
De volta, após um jejum de não postar no blog, talvez pelo sentimento de que ninguém lê isso. Mas o comentário no meu último post me fez criar ânimo para postar.
Agora estou com a cabeça doendo. Uma típica dor de cabeça. É raro eu ter dor de cabeça e provavelmente por isso me incomoda tanto quando tenho. O tédio tão grande durante a tarde pode ter sido uma das causas dela. Fora a dor de cabeça me sinto deprimido, mas é um tipo de depressão que sei que passa. É circunstancial.
Agora estou com a cabeça doendo. Uma típica dor de cabeça. É raro eu ter dor de cabeça e provavelmente por isso me incomoda tanto quando tenho. O tédio tão grande durante a tarde pode ter sido uma das causas dela. Fora a dor de cabeça me sinto deprimido, mas é um tipo de depressão que sei que passa. É circunstancial.
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