Parafraseando Nietzsche, "tudo aquilo que é feito de forma limítrofe, é feito para além da loucura e da razão".
Bem-vindo. Welcome. Salve!
Aqui você vai encontrar um pouco de tudo, inclusive alguma mistura de português, latim, inglês, francês, não necessariamente nesta ordem, mas predominando sempre a língua portuguesa, procurando seguir o Novo Acordo Ortográfico. Confesso que neste último quesito terei algumas dificuldades, principalmente referentes à hifenização, que é algo que nem os linguistas chegaram a um consenso definitivo ainda. No mais, meu modo de pensar pode parecer não muito convencional, mesmo porque possuo um espectro da psiquê bipolar e borderline, embora pessoalmente eu não goste destes rótulos. Na seção "links interessantes" pode encontrar algo sobre isso, se estiver interessado(a).
Desarme-se de todo preconceito, elimine os julgamentos equivocados a priori e deixe as conclusões a posteriori. ;-)
sábado, 29 de março de 2008
palavrões
Meu irmão foi ajudar a montar a geladeira e o filtro de água novos aqui em casa. Nunca eu ouvi tantos e os mais diversos palavrões num intervalo tão curto de tempo. Chegou a ser até hilário.
sexta-feira, 28 de março de 2008
alegria e desejo de morrer
Alegria e desejo de morrer obviamente são coisas que aparentemente não combinam. Mas é o que estou sentindo no momento. Estou me sentindo um pouco suicida também [caso o(a) leitor(a) não sabia, ter desejo de morrer e desejo de se matar são coisas BEM diferentes].
Estava conversando com um amigo virtual meu (também borderline) sobre esse parodoxo há algumas semanas, e ele me disse que parece ser uma vontade de morrer quando está tudo aparentemente bem, como se fosse uma "boa morte", morrer feliz, eternizando o momento.
Estava conversando com um amigo virtual meu (também borderline) sobre esse parodoxo há algumas semanas, e ele me disse que parece ser uma vontade de morrer quando está tudo aparentemente bem, como se fosse uma "boa morte", morrer feliz, eternizando o momento.
quinta-feira, 27 de março de 2008
passeio de moto
Acabei de ir ao centro da cidade na minha motoca. Como é bom fazer isso para aliviar tensão e ansiedade! Definitivamente adoro andar de moto!
ansiedade
Sabe o que é ter uma preocupação com algo que ainda não aconteceu? Pois então, estou assim de forma mais forte hoje. Talvez devido ao concerto mais tarde, no qual vou tocar. E também devido a uma licença que está um pouco enrolada de conseguir. Mas a ansiedade faz parte da minha vida. Ô coisa chata...
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008
Banho na madrugada
Pois é. Estava indo dormir, já na cama, mas não estava suportando ir dormir sem banho, e nessa altura já era 02:30 da madrugada. Tomei banho e me senti bem melhor. That's all.
terça-feira, 5 de fevereiro de 2008
Americanas
Hoje estive nas Lojas Americanas. No shopping era a única loja que estava aberta em pleno feriado de terça, carnaval. Na sessão de cd's vi uma pequena parte de cd's "clássicos". Logicamente eu estava procurando por Händel, Beethoven, Sibelius, Bach ou algo do gênero. Mas o máximo que encontrei lá que pode se aproximar de clássico foi... Tony Bennett (!!). Puxa! Não tinha nem aqueles cd's piegas do estilo "Os Cem Melhores Clássicos"! Chega a ser incomodante a ignorância do vulgo em relação à cultura musical que não seja da mídia.
quarta-feira, 9 de janeiro de 2008
Feliz Ano Novo!
De volta à ativa.
Pois, tenho dúvidas se mais de uma pessoa vai ler este blog. Pelo menos tenho convicção de que devo ser meu próprio leitor mais assíduo.
Andei pensando: talvez falta maior facilidade de comunicação entre os blogueiros, ou mesmo acesso mais fácil a quem não é, apesar de que não existe muito empecilho para isso. Me refiro ao último item.
Hoje pretendo fazer uma pequena viagem de moto. Realmente pequena (55 km). Será um pequeno passo para a humanidade, mas um grande marco em minha vida, parafraseando aquele cara que pisou na lua pela primeira vez.
Acho que agora chega de bobeira. Depois penso em algo mais relevante para postar.
Pois, tenho dúvidas se mais de uma pessoa vai ler este blog. Pelo menos tenho convicção de que devo ser meu próprio leitor mais assíduo.
Andei pensando: talvez falta maior facilidade de comunicação entre os blogueiros, ou mesmo acesso mais fácil a quem não é, apesar de que não existe muito empecilho para isso. Me refiro ao último item.
Hoje pretendo fazer uma pequena viagem de moto. Realmente pequena (55 km). Será um pequeno passo para a humanidade, mas um grande marco em minha vida, parafraseando aquele cara que pisou na lua pela primeira vez.
Acho que agora chega de bobeira. Depois penso em algo mais relevante para postar.
sexta-feira, 30 de novembro de 2007
carteirinha de estudante
Aha! Fui ao cinema com minha namorada, Cinemark, conhecido por seus preços absurdos (ao menos eu acho um absurdo pagar R$ 16,00 - entrada inteira - para ver um filme), aproveitando uma promoção relâmpagado onde a inteira estava por R$ 6,00 e a meia por R$ 3,00.
Na fila, enorme por sinal, vi várias pessoas com suas carteirinhas de estudante nas mãos e os respectivos carnês ou boletos de pagamento das mensalidades, enquanto eu estava apenas com minha singela carteira de estudante, mais simples na aparência que a maioria, mas de maior "respeito" por ser de uma universidade estadual e, portanto, sem a necessidade de mostrar boleto, declaração ou qualquer outra coisa do tipo. Ali, naquele momento, me senti duplamente mais inteligente que a maioria. Foi bom, foi bom...
Na fila, enorme por sinal, vi várias pessoas com suas carteirinhas de estudante nas mãos e os respectivos carnês ou boletos de pagamento das mensalidades, enquanto eu estava apenas com minha singela carteira de estudante, mais simples na aparência que a maioria, mas de maior "respeito" por ser de uma universidade estadual e, portanto, sem a necessidade de mostrar boleto, declaração ou qualquer outra coisa do tipo. Ali, naquele momento, me senti duplamente mais inteligente que a maioria. Foi bom, foi bom...
quinta-feira, 29 de novembro de 2007
sui caedere
Por fim à própria vida intencionalmente. Se existe um assunto extremamente complexo, apesar da usual simplicidade do ato, é esse.
Emile Durkheim escreveu um livro (praticamente um tratado) apenas sobre esse assunto. Em português costuma ter mais de 400 páginas em formato brochura. Está certo que foi sob o aspecto sobretudo sociológico, mas que não deixa de possuir uma abrangência de serventia para outras esferas. Então, o que poderia ser dito a mais, contando com todos os grandes mestres da psicologia e filosofia?
Uma experiência virtual:
O que fazer quando conversamos no MSN com alguém que diz que quer deliberadamente por fim à própria vida? O primeiro ponto é tratar o assunto deixando de lado o tabu que envolve o tema. O segundo é interpretar como um sintoma negativo (e muito) de coisas que acontecem ou aconteceram com a pessoa. O terceiro é saber o que dizer para aliviar a carga emocional ou (pasmem!) racional que leva a pessoa a desejar cometer o ato. Na minha experiência pessoal, que relatarei em outra oportunidade, vejo que partir para a culpabilidade só faz aumentar ainda mais a culpa, logicamente, da pessoa que está com pensamentos destrutivos à própria vida, podendo gerar mais estresse e piorar o quadro.
Bom, não há uma fórmula mágica para isso, mas com certeza há coisas sensatas a serem ditas, enquanto que se não há certeza sobre o que dizer é melhor apenas ouvir (ou ler) do que dizer qualquer coisa.
Emile Durkheim escreveu um livro (praticamente um tratado) apenas sobre esse assunto. Em português costuma ter mais de 400 páginas em formato brochura. Está certo que foi sob o aspecto sobretudo sociológico, mas que não deixa de possuir uma abrangência de serventia para outras esferas. Então, o que poderia ser dito a mais, contando com todos os grandes mestres da psicologia e filosofia?
Uma experiência virtual:
O que fazer quando conversamos no MSN com alguém que diz que quer deliberadamente por fim à própria vida? O primeiro ponto é tratar o assunto deixando de lado o tabu que envolve o tema. O segundo é interpretar como um sintoma negativo (e muito) de coisas que acontecem ou aconteceram com a pessoa. O terceiro é saber o que dizer para aliviar a carga emocional ou (pasmem!) racional que leva a pessoa a desejar cometer o ato. Na minha experiência pessoal, que relatarei em outra oportunidade, vejo que partir para a culpabilidade só faz aumentar ainda mais a culpa, logicamente, da pessoa que está com pensamentos destrutivos à própria vida, podendo gerar mais estresse e piorar o quadro.
Bom, não há uma fórmula mágica para isso, mas com certeza há coisas sensatas a serem ditas, enquanto que se não há certeza sobre o que dizer é melhor apenas ouvir (ou ler) do que dizer qualquer coisa.
sábado, 24 de novembro de 2007
"seu Frederico"
"Já pode entrar, seu Frederico". Esta foi a frase que ouvi hoje. A primeira vez na vida que alguém se dirige a mim assim. Putz, me senti velho, e a atendente do consultório parecia ser até um pouco mais velha que eu.
Espero que a moda não comece a pegar.
Mas bem no fundo até gostei... não achei tãooooo ruim assim.
Espero que a moda não comece a pegar.
Mas bem no fundo até gostei... não achei tãooooo ruim assim.
sábado, 17 de novembro de 2007
carnificina
Ah, me desculpem os vegetarianos, mas fui com minha namorada a um rodízio (de carnes, é claro). Desde carnes mais básicas, como contra-filé, cupim, picanha, passando por frango e peru, até carnes mais exóticas, como javali, faisão, carneiro. Tudo acompanhado de acompanhamentos diversos (redundância necessária!), como arroz, vegetais diversos e até tortas salgadas. Uma bomba para o sistema digestivo.
Ah, mas foi muito bom!!
Ah, mas foi muito bom!!
sexta-feira, 16 de novembro de 2007
canibalismo
Após assistir em seguida Dragão Vermelho e Hannibal, a origem do mal, o que mais me chamou a atenção foi o fato do detetive francês, no último filme, dizer que o que sobrou de Hannibal Lecter foi apenas uma coisa: um monstro.
Foi uma maneira muito simples, para não dizer simplória, de simplificar(?!) todos os processos envolvidos em sua maneira de agir. Mas com certeza agrada ao senso cognitivo do vulgo, embaraçado em suas mediocridades.
Foi uma maneira muito simples, para não dizer simplória, de simplificar(?!) todos os processos envolvidos em sua maneira de agir. Mas com certeza agrada ao senso cognitivo do vulgo, embaraçado em suas mediocridades.
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