Pronto! Apareceu uma oportunidade que achei ótima. Sempre quis ter um Opel Kadett série C (a versão alemã do carro conhecido aqui no Brasil como Chevette). Sim, isso mesmo. Estou gostando muito. :-)
Parafraseando Nietzsche, "tudo aquilo que é feito de forma limítrofe, é feito para além da loucura e da razão".
Bem-vindo. Welcome. Salve!
Aqui você vai encontrar um pouco de tudo, inclusive alguma mistura de português, latim, inglês, francês, não necessariamente nesta ordem, mas predominando sempre a língua portuguesa, procurando seguir o Novo Acordo Ortográfico. Confesso que neste último quesito terei algumas dificuldades, principalmente referentes à hifenização, que é algo que nem os linguistas chegaram a um consenso definitivo ainda. No mais, meu modo de pensar pode parecer não muito convencional, mesmo porque possuo um espectro da psiquê bipolar e borderline, embora pessoalmente eu não goste destes rótulos. Na seção "links interessantes" pode encontrar algo sobre isso, se estiver interessado(a).
Desarme-se de todo preconceito, elimine os julgamentos equivocados a priori e deixe as conclusões a posteriori. ;-)
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
fim da dúvida!
Pronto! Apareceu uma oportunidade que achei ótima. Sempre quis ter um Opel Kadett série C (a versão alemã do carro conhecido aqui no Brasil como Chevette). Sim, isso mesmo. Estou gostando muito. :-)
domingo, 26 de julho de 2009
dúvida



Sem nada mais interessante para escrever. Falta de inspiração ou preguiça de pensar em algo mesmo. Estou vendendo meu carro, um Tempra. Bom, isso não é uma propaganda. Estou em dúvida, na verdade com muita impulsividade em querer um outro carro logo, se possível ontem!! Então, nessa impulsividade fico na impaciência de esperar vendê-lo para comprar outro e acabo me "interessando" por qualquer coisa que oferecem. Estou na dúvida entre um Chevette e um Uno. Eu receberia um troco de volta ou teria que voltar um troco na troca, respectivamente. C'est le fin.
domingo, 12 de abril de 2009
poema interessante
Achei este poema muito interessante. Quero compartilhar com os (poucos) leitores do meu blog:
A voz do povo
é a voz de Deus...
Que povo?
Que Deus?
O que beijou Stálin?
O que delirou com Hitler?
Ou o que soltou Barrabás?
(Será que Deus já não teria se
enforcado em suas próprias cordas vocais?)
Newton de Lucca
A voz do povo
é a voz de Deus...
Que povo?
Que Deus?
O que beijou Stálin?
O que delirou com Hitler?
Ou o que soltou Barrabás?
(Será que Deus já não teria se
enforcado em suas próprias cordas vocais?)
Newton de Lucca
sábado, 4 de abril de 2009
O problema do "livre-arbítrio"
Após ler um blog de uma agnóstica, tive uma reflexão sobre o "livre-arbítrio", que geralmente é a desculpa que os cristãos, entre outros religiosos, dão para justificar a imensa maldade que há no mundo e, também, inocentar o "conceito-deus" em que eles acreditam.
É muito simples. Imagine que você tenha muito muito poder; imagine agora que por acaso você presencie uma forte cena - um pedófilo estuprando uma garotinha e que posteriormente o pedófilo irá matá-la, por exemplo. Você tem poder suficiente para impedir isso (lembre-se: você é muito poderoso), mas ao invés de impedir você pensa: "este pedófilo estuprador tem o livre-arbítrio, então não vou impedi-lo de estuprar e matar a garotinha." Agora imagine que ao invés de você seja Deus presenciando a cena. Se formos agir como Deus (pelo menos "deus" no conceito cristão) não devemos interferir em nenhum crime, atrocidade, maldade... absolutamente nada, pois existe o "livre-arbítrio". Ora, se nem esse Deus que é alegadamente todo-poderoso interfere nas atrocidades humanas, porque iríamos fazê-lo?
Reflita. ;-)
É muito simples. Imagine que você tenha muito muito poder; imagine agora que por acaso você presencie uma forte cena - um pedófilo estuprando uma garotinha e que posteriormente o pedófilo irá matá-la, por exemplo. Você tem poder suficiente para impedir isso (lembre-se: você é muito poderoso), mas ao invés de impedir você pensa: "este pedófilo estuprador tem o livre-arbítrio, então não vou impedi-lo de estuprar e matar a garotinha." Agora imagine que ao invés de você seja Deus presenciando a cena. Se formos agir como Deus (pelo menos "deus" no conceito cristão) não devemos interferir em nenhum crime, atrocidade, maldade... absolutamente nada, pois existe o "livre-arbítrio". Ora, se nem esse Deus que é alegadamente todo-poderoso interfere nas atrocidades humanas, porque iríamos fazê-lo?
Reflita. ;-)
Marcae:
agnosticismo,
ateísmo,
Deus,
livre-arbítrio,
livre-pensamento
domingo, 22 de março de 2009
On Time
Fly, envious Time, till thou run out thy race,
Call on the lazy leaden-stepping hours,
Whose speed is but the heavy plummet's pace;
And glut thyself with what thy womb devours,
Which is no more than what is false and vain,
And merely mortal dross;
So little is our loss,
So little is thy gain.
For when as each thing bad thou hast inteombed,
And last of all thy greedy self consumed,
Then long Eternity shall greet our bliss
With an individual kiss,
And Joy shall overtake us as a flood;
When every thing that is sincerely good
And perfectly divine,
With truth, and peace, and love, shall ever shine
About the supreme throne Of Him, t'whose happy-making sight alone
When once our heav'nly-guided soul shall climb,
Then, all this earthly grossness quit,
Attired with stars, we shall for ever sit,
Triumphing over Death, and Chance, and thee, O Time.
Voa, tempo invejoso, até tu saires de tua corrida,
Apela para as preguiçosas horas que caminham pesadamente,
Cuja velocidade é apenas o ritmo de um pesado lastro;
E farta-te a ti mesmo com o que o ventre devora,
O qual não é mais do que é falso ou vão,
E meramente escória mortal;
Tão pouca é nossa perda,
Tão pouco é teu ganho.
Para quando tal como que cada coisa ruim tu tiveste sepultado,
E por último tu ganancioso e auto-consumido,
Então a longa Eternidade deve saudar nosso êxtase
Com um beijo individual,
E a Alegria deve nos apossar como uma enchente;
Quando cada coisa que é sinceramente boa
E perfeitamente divina,
Com verdade, e paz, e amor, deverá sempre brilhar
Próximo do supremo trono Dele, até cuja solitária visão que gera alegria
Quando uma vez nossa alma guiada paradisiacamente deve subir,
Então, toda esta vulgaridade terrestre se esvai,
Vestidos com estrelas, nós devemos para sempre sentar,
Triunfando sobre a Morte, e a Sorte, e sobre ti, Ó Tempo.
John Milton (17th century)
Call on the lazy leaden-stepping hours,
Whose speed is but the heavy plummet's pace;
And glut thyself with what thy womb devours,
Which is no more than what is false and vain,
And merely mortal dross;
So little is our loss,
So little is thy gain.
For when as each thing bad thou hast inteombed,
And last of all thy greedy self consumed,
Then long Eternity shall greet our bliss
With an individual kiss,
And Joy shall overtake us as a flood;
When every thing that is sincerely good
And perfectly divine,
With truth, and peace, and love, shall ever shine
About the supreme throne Of Him, t'whose happy-making sight alone
When once our heav'nly-guided soul shall climb,
Then, all this earthly grossness quit,
Attired with stars, we shall for ever sit,
Triumphing over Death, and Chance, and thee, O Time.
Voa, tempo invejoso, até tu saires de tua corrida,
Apela para as preguiçosas horas que caminham pesadamente,
Cuja velocidade é apenas o ritmo de um pesado lastro;
E farta-te a ti mesmo com o que o ventre devora,
O qual não é mais do que é falso ou vão,
E meramente escória mortal;
Tão pouca é nossa perda,
Tão pouco é teu ganho.
Para quando tal como que cada coisa ruim tu tiveste sepultado,
E por último tu ganancioso e auto-consumido,
Então a longa Eternidade deve saudar nosso êxtase
Com um beijo individual,
E a Alegria deve nos apossar como uma enchente;
Quando cada coisa que é sinceramente boa
E perfeitamente divina,
Com verdade, e paz, e amor, deverá sempre brilhar
Próximo do supremo trono Dele, até cuja solitária visão que gera alegria
Quando uma vez nossa alma guiada paradisiacamente deve subir,
Então, toda esta vulgaridade terrestre se esvai,
Vestidos com estrelas, nós devemos para sempre sentar,
Triunfando sobre a Morte, e a Sorte, e sobre ti, Ó Tempo.
John Milton (17th century)
Marcae:
John Milton,
On Time,
poem,
portuguese translation,
Silent Hunter 4
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009
Seroquel
Dizem que não vicia, ou seja, que não cria dependência, mas hoje parece que senti uma dependência psicológica dele. Ele me deixa um pouco "lesado", como se estivesse drogado (bom, na verdade estou, no sentido "técnico" da palavra... hehe), o que para mim é uma sensação boa. Sei que muita gente, até por desconhecimento, se assustaria com o fato de ter que tomar um antipsicótico, mas infelizmente ou felizmente isso faz parte da vida de algumas pessoas. Estando "drogado" dessa forma geralmente não vou fazer coisas destrutivas, ao contrário de quando se está drogado, verdadeiramente agora, com drogas ilícitas (álcool, maconha, cocaína, crack etc).
sábado, 13 de dezembro de 2008
discussão
Tive uma discussão com um evangélico. Totalmente improdutiva. Ah, se fosse possível voltar no tempo. Teria sido muito melhor ter jogado algum jogo no PC.
terça-feira, 18 de novembro de 2008
pentelho
Eu confesso que tem um gay pentelho (nada contra, mas sou hetero) que ficou obcecado por mim no MSN e em alguns chats. Seu comportamento de dupla personalidade me fez mal (um dia estava muito gentil, antes de se revelar homossexual de uma forma sutil, e no outro dia extremamente rude). Além disso ele se comportou pior que uma ex-namorada que tive, que não se conformava com o término do namoro (ai, que inferno! Parecia mesmo uma ex-namorada minha encarnada em forma de homem!). Mas ele é apenas é um semi-desconhecido que se sentiu ofendido por eu não tê-lo mimado. Contudo depois eu entendi tudo. Ele deve ter pensado que eu também era gay, não sei por qual motivo, e se decepcionou comigo quando viu que eu não sou, e aí ficou rude e agressivo no outro dia.
Mas por uma das últimas mensagens dele, que ele postou numa comunidade do Orkut, pelo tanto de "fod...." que ele disse imagino que agora ele encontrou alguém que esteja suprindo sua carência sexual/afetiva.
Que alívio deve ter sido para ele! Fico realmente feliz por ele ter "se encontrado" e ter me deixado em paz. :-D
Mas por uma das últimas mensagens dele, que ele postou numa comunidade do Orkut, pelo tanto de "fod...." que ele disse imagino que agora ele encontrou alguém que esteja suprindo sua carência sexual/afetiva.
Que alívio deve ter sido para ele! Fico realmente feliz por ele ter "se encontrado" e ter me deixado em paz. :-D
terça-feira, 24 de junho de 2008
me sentindo bem
Zyprexa é um antipsicótico que tomo já há alguns meses. Ontem fiquei sem tomar para começar a tomar um outro antipsicótico (Seroquel) e hoje estou me sentindo muito bem! Isso é novidade para mim desde o ano passado, quando passei os melhores (ou menos piores) momentos desde que aflorou em mim o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB). Estou conseguindo direcionar meus pensamentos de maneira mais positiva e produtiva ao invés de ficar me corroendo na armagura e desânimo absolutos. É uma sensação muito boa realmente!
quarta-feira, 18 de junho de 2008
De volta (e novamente)
De volta, após um jejum de não postar no blog, talvez pelo sentimento de que ninguém lê isso. Mas o comentário no meu último post me fez criar ânimo para postar.
Agora estou com a cabeça doendo. Uma típica dor de cabeça. É raro eu ter dor de cabeça e provavelmente por isso me incomoda tanto quando tenho. O tédio tão grande durante a tarde pode ter sido uma das causas dela. Fora a dor de cabeça me sinto deprimido, mas é um tipo de depressão que sei que passa. É circunstancial.
Agora estou com a cabeça doendo. Uma típica dor de cabeça. É raro eu ter dor de cabeça e provavelmente por isso me incomoda tanto quando tenho. O tédio tão grande durante a tarde pode ter sido uma das causas dela. Fora a dor de cabeça me sinto deprimido, mas é um tipo de depressão que sei que passa. É circunstancial.
quarta-feira, 9 de abril de 2008
melhor
Mudo de humor e pensamentos muito rapidamente. Agora já me sinto bem melhor que no dia 7, embora uma persistente ansiedade ainda me acompanhe. Aliás, acho que a ansiedade excessiva é parte intrínseca à minha personalidade.
segunda-feira, 7 de abril de 2008
Desabafo
Uma das coisas que acho muito injustas na natureza, e principalmente na espécie humana é a falta de questionamento antes de nascer. Sim, porque o indivíduo nasce sem ser perguntado (hipoteticamente, é claro) se desejaria nascer, depois de expor como seria sua vida. E eu definitivamente não pedi para nascer.
Outra coisa que quero desabafar: se sou alguma (pouca)coisa hoje, é absolutamente devido a MIM e somente a MIM, que diante de tanta luta em meio aos meus transtornos consegui fazer alguma coisa da minha vida, embora ainda esteja longe dos meus reais objetivos. E se hoje tenho dificuldades em galgar uma situação melhor na vida, os maiores culpados foram e são meus pais, que com sua educação superprotetora e paradoxal, repleta de traumas e afloramentos emocionais, me levaram hoje à precária situação psicológica na que (sobre)vivo. Sem contar na falta de apoio (ou melhor: do "apoio negativo") dos meus irmãos, principalmente meu irmão do meio, que sempre foi o egocentrismo em pessoa, indivíduo este que nunca possuiu um senso de fraternidade aparente.
Hoje realmente eu queria morrer, ou que o mundo fosse atingido por um gigantesco cometa.
Outra coisa que quero desabafar: se sou alguma (pouca)coisa hoje, é absolutamente devido a MIM e somente a MIM, que diante de tanta luta em meio aos meus transtornos consegui fazer alguma coisa da minha vida, embora ainda esteja longe dos meus reais objetivos. E se hoje tenho dificuldades em galgar uma situação melhor na vida, os maiores culpados foram e são meus pais, que com sua educação superprotetora e paradoxal, repleta de traumas e afloramentos emocionais, me levaram hoje à precária situação psicológica na que (sobre)vivo. Sem contar na falta de apoio (ou melhor: do "apoio negativo") dos meus irmãos, principalmente meu irmão do meio, que sempre foi o egocentrismo em pessoa, indivíduo este que nunca possuiu um senso de fraternidade aparente.
Hoje realmente eu queria morrer, ou que o mundo fosse atingido por um gigantesco cometa.
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